segunda-feira, 17 de março de 2014

Escola pública da cidade do Piauí tem alunos motivados e ótimos resultados

No Brasil, temos 40 milhões de alunos. Ou seja, um quinto da população está na escola. Somos a sexta maior economia do mundo, mas na educação, estamos em 88º lugar. Os professores ganham mal e os alunos não gostam das aulas. Por que tem que ser assim?

“A gente tem no Brasil uma tendência de arrumar culpado. E quando você vai no fundo, cadê o culpado? O culpado morreu há 30 anos e você está oprimido por aquele culpado. A gente tem que tomar conta do Brasil”, afirma Viviane Mosé, filósofa.

Algumas escolas já começaram a tomar conta do Brasil. O Fantástico pesquisou e encontrou escolas públicas em áreas pobres que possuem uma educação com qualidade de primeiro mundo, com médias melhores que as de escolas particulares e aprovando a maioria dos alunos no vestibular.

“Nós chegamos a ter instantes dentro dessa escola que tínhamos que expulsar os alunos, no bom sentido. Aqui parecia que era o melhor lugar. O menino estudava de manhã, mas ele queria ficar à tarde, queria ficar à noite, queria passar a madrugada estudando, porque aqui ele se sentia bem”, conta Narjara Benício, diretora regional.

A equipe do Fantástico viajou 12 mil quilômetros pelo Brasil, visitou escolas, conversou com pais, alunos, professores, especialistas na área de educação e com pessoas que vieram de escolas públicas.

Na série Educação.doc , viaje com o Fantástico e descubra o segredo dessas escolas públicas de alta qualidade.

O primeiro destino é Cocal dos Alves, no Piauí, uma pequena cidade, de economia rural, em um dos estados mais pobres do Brasil. Lá, a escola Augustinho Brandão já acumula dezenas de medalhas em Olimpíadas de Matemática e Química, e prêmios nacionais de astronáutica, astronomia e física. No Enem, está acima da média nacional.

“Em 2010, a escola aprovou todos os alunos que fizeram o vestibular. Todos”, destaca Aurilene Vieira, diretora.

“Se o pessoal se conscientizasse que a educação pode transformar, ia acontecer uma grande diferenciação. E foi o que aconteceu nesse colégio. Conscientizar tanto alunos quanto professores”, diz Franciele de Brito, aluna.

“Eu ouvi a vida toda que a educação pública é uma educação de péssima qualidade. Cresci ouvindo isso. E eu faço de tudo para mudar essa realidade. Eu acredito na escola pública. Não é possível que não dê certo em um país tão lindo, tão cheio de diversidades culturais, tão rico, não tem por que a educação não dar certo”, afirma Socorro Vieira, professora.

A mudança em Cocal dos Alves começou em 2003, quando a diretora Narjara e um grupo de professores receberam a missão de abrir a primeira escola de ensino médio da cidade.

“Aqui, nesse início de trabalho, vivenciamos as situações mais adversas que o público possa imaginar, de falta de tudo. Mesmo assim o trabalho aconteceu. Quando aconteceu, os apoios, aquilo que já era para estar sendo fomentado naturalmente, aconteceram”, revela Narjara Benício, diretora regional.

Para abrir a escola era necessário que os professores fizessem uma especialização na universidade. E isso foi feito.

“Na tentativa de ingressar os professores na universidade, tivemos nossos primeiros embates políticos. Aconteceu que no primeiro ano, nos esforçamos bastante para que todas as pessoas que ingressassem por Cocal dos Alves, para estar no ensino superior, fossem de Cocal dos Alves. E para isso, eu tive que fazer uma loucura. Porque aí tem: ‘Ah, queria beneficiar o fulano da cidade vizinha, porque é meu parente ou meu colega’. E eu tive meu primeiro embate. Disse: ‘Olha, eu não permito isso’. Se são os recursos de Cocal dos Alves que estão sendo usados, é para beneficiar o pessoal de Cocal dos Alves. E para isso tive que esconder papel timbrado, para não darem nenhuma declaração para as pessoas que não eram de Cocal dos Alves. Queriam fazer uma ‘farrinha’ com as declarações para aproveitar as vagas. Aí, foi minha primeira briga”, lembra a diretora.

Depois que ela conseguiu enfrentar o sistema e formar um grupo de professores de Cocal dos Alves, eles se reuniram e fizeram um pacto para tentar fazer uma escola de qualidade que conseguisse colocar os alunos nas melhores faculdades da capital do estado, Teresina.

“Nosso maior desafio foi fazer os alunos acreditarem nisso. Alunos filhos de pais analfabetos, da roça, que só tinham o que comer, que só dava para o sustento, a roupinha ruim. Então para fazer esses meninos viajarem nesse sonho, de que era possível sem ter dinheiro, sem ter uma roupa boa, ir lá para Teresina, para a capital, estudar lá. Foi necessário o sonho. Acreditar no sonho. Quando a gente conseguiu fazer esse povo acreditar mesmo que era possível estudar fora, se formar e mudar de vida, pronto. O aluno entra na escola Augustinho Brandão e já começa a sonhar: ‘o que eu vou querer ser?’”, afirmou Aurilene Vieira, diretora.

“Eu não vejo uma missão maior para a escola do que compartilhar esse conhecimento para que a pessoa consiga encontrar o lugar dela no mundo. Então, a escola, sim, é a grande mola propulsora que empurra as pessoas para a direção do sonho delas”, destaca Emicida, músico que estudou em escola pública.

Os alunos criaram um jornal que é distribuído por toda a cidade.

“Nós percebemos a necessidade de trazer a notícia para o povo”, diz uma das estudantes que criam o ‘Jornal Social’.

“Não tem nenhum intelectual que pode sentar, por mais genial que seja, e dizer: ‘eu sei a saída para a educação brasileira’. Porque não tem uma saída. São muitas. É assim que eu faço o diagnóstico, não só da educação, mas da sociedade. Tudo está no chão. Algumas coisas muito interessantes começam a brotar de modo novo, corajoso”, afirma Viviane Mosé.

“A escola tem recebido caravanas e caravanas com estudantes e estudiosos da educação para saber o que acontece aqui. Eu digo: ‘não precisa não’. Basta que cada um faça o seu papel e faça isso com engajamento. Seja professor que você quer ser professor e não porque lhe falta opção na vida. Seja gestor porque você quer conduzir aquela escola proporcionando o melhor para o aluno, e não porque você quer fugir de uma sala de aula. Seja sistema porque você tem ideias para contribuir e quebrar os paradigmas que forem necessários.

Então a partir do momento que cada um de nós enquanto sistema, enquanto professores, enquanto pai de aluno focarmos no principal do processo que é o aluno, isso pensando nele enquanto profissional, ser humano, criança, adolescente, respeitando suas peculiaridades, sua faixa etária. Nós pensarmos nisso com valores e não nos moldes que está se perpetuando: ‘cada um por si e deus por todos’”, ressalta Narjara Benício.

“Quando o pessoal cair na real e perceber que não tem outra forma de se ter um futuro melhor sem ser pela educação, aí vai acontecer a grande diferença, a grande melhoria”, destaca Franciele de Brito, aluna.

Fonte: Fantástico.

quinta-feira, 13 de março de 2014

1º ano da eleição do Papa Francisco


quarta-feira, 5 de março de 2014

Quaresma

Hoje se inicia um novo tempo na Igreja, é o tempo da ‪#‎Quaresma‬. Um período para nos recolhermos e nos prepararmos para o dia em que o Senhor ressuscitará.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

12 perguntas para quem quer crescer.

1. Que tal não querer ouvir apenas coisas agradáveis?
2. Que tal aprender com humildade?
3. Que tal reconhecer que não é o sabichão?
4 Que tal não resistir a dar o braço a torcer apenas por orgulho?
5. Que tal respeitar os resultados de quem deve se tornar seu referencial?
6. Que tal ouvir, refletir e se desarmar em vez de ficar se defendendo?
7. Será que o que você acha que é grande coisa realmente é grande coisa ou você foi condicionado a adotar referenciais muito baixos?
8. Que tal rever seus valores quando perceber que seus resultados estão, na melhor das hipóteses, na média – em outras palavras, no máximo na mediocridade?
9. Que tal ousar a acreditar que você pode mudar, ou melhor, revolucionar sua forma de pensar e, por consequência, revolucionar seus resultados?
10. Que tal enxergar o mundo por um outro ângulo?
11. Que tal seguir caminhos diferente das grandes massas a fim de conquistar resultados diferentes?
12. Que tal perguntar mais em vez de querer ficar sustentando o mundinho que lhe apresentaram?
Fonte: GV.

Caso Vinícius Romão: mais um retrato triste do Brasil.

Todo o Brasil acompanhou nesta semana a história surreal do psicólogo, comerciante e ator Vinícius Romão, que, ao sair do trabalho, atravessou o caminho da copeira Dalva da Costa, mais uma vítima de um assalto no Rio de Janeiro. A mulher, desesperada, nervosa e sem óculos, saiu acompanhada por um policial despreparado pelas ruas ao anoitecer para identificar o suposto ladrão. A roleta russa foi acionada e disparou em direção a Vinícius.
Sem direito a defesa, ainda tentando entender o que acontecia, em meio à multidão justiceira e cansada de tanta violência, Vinícius foi levado para a delegacia. Lá, considerado um ladrão, mas tendo agora que provar o contrário, conheceu o outro lado da moeda do sistema, em contato com verdadeiros bandidos que, pela lei, deveriam pagar com sua liberdade pelos crimes que cometeram, mas, na prática, são torturados pelo sistema, sendo enclausurados sem espaço, higiene e dignidade humana. Quinze ocuparem o espaço de seis é desumano.
Alguns podem dizer: “você está defendendo bandido, Flávio?” Mas, pela Constituição Brasileira, todos somos iguais. Logo, nem o bandido deve ser torturado dentro da prisão, da mesma maneira que os políticos presos não devem ter privilégios do lado de dentro das grades. Todos devem ter o mesmo tratamento. Eu penso que um país justo deve ter um sistema justo. Do contrário, uma prisão acaba se tornando uma escola de aperfeiçoamento de criminosos, que sairão de lá ainda piores, para devolverem à sociedade que os torturou sua vingança com juros e correção. Não é por acaso que este sistema acaba sempre explodindo na cara da própria sociedade.
Mas como combater a violência urbana, se o Estado comete inúmeras violências todos os dias contra seus cidadãos? “Como assim, Flávio, que tipo de violência o Estado comete todos os dias?” Vejamos:
- A corrupção que presenciamos nos noticiários, praticada por muitos líderes do país é uma violência contra a população.
- A administração irresponsável do dinheiro público é uma violência.
- O transporte público precário é uma violência.
- Pessoas morrendo na fila do sistema de saúde público é uma violência.
- A qualidade da escola pública é uma violência.
- As promessas não cumpridas para a infraestrutura do país para receber a Copa são uma violência.
- Nossas estradas, aeroportos e portos são uma violência.
- A quantidade abusiva de impostos em cascata é uma violência.
- A impunidade é uma violência.
- Os presídios são uma violência.
- Abordagens arrogantes de policiais são uma violência.
- Violência crônica nas cidades é uma violência.
- Pagar o triplo pelos mesmos produtos vendidos nos EUA é uma violência.
Essa sucessão de estupros aos quais a sociedade é submetida todos os dias é um fator gerador de violência que alimenta esse ciclo vicioso no qual estamos presos desde Pedro Álvares Cabral. E a qualificação da violência é ainda maior quando sabemos que nada disso acontece por falta de dinheiro. Somos a sétima maior economia do mundo, gastamos mais dinheiro com cada aluno de uma escola pública do que custa a mensalidade de uma escola particular, por exemplo.
Bem, Vinícius Romão entrou – injustamente acusado – pela porta da delegacia como um negão bonito, forte e estiloso. Depois de 16 dias, saiu de lá abatido, careca, sete quilos mais magro e com uma coleção de experiências que dificilmente vai compartilhar em público em detalhes. Certamente, ele aprendeu a valorizar as pequenas coisas, perdoou a copeira, fez amigos por onde passou, refletiu sobre a vida e nos deu uma aula de serenidade, caráter e de civilização. Mas, sem dúvidas, ele vai carregar com ele para sempre as marcas desse sistema violento, despreparado e injusto.
Será que precisaremos passar 16 dias dentro da cadeia para também revermos os nossos conceitos? Será que um dia vai aparecer alguém que tenha a coragem de mudar as regras do jogo?
Fonte: Geração de Valor

Geração de Valor


1 – Fui expulso do jardim da infância com 4 anos de idade por insistir em chutar a canela da professora com uma certa frequência.
2 – Fui expulso novamente ao final do segundo ano do ensino médio, numa escola de formação de oficiais, por ser questionador e não me enquadrar no modelo militar.
3 – Desde os 11 anos de idade, aprendi a tocar vários instrumentos musicais. Música corre em minhas veias.
4 – Aos 13 anos, ia andando para a estação de trem de Senador Camará, cruzando a Favela Cavalo de Aço, todos os dias, em direção a Madureira, onde estudava.
5 – Sou bastante tímido, mas ainda assim consegui aprender a falar bem em público e ter uma boa performance em vídeos e transmissões ao vivo. A comunicação se tornou minha principal ferramenta de trabalho.
6 – Tive uma única namorada (Luciana), com quem estou casado e apaixonado há quase 22 anos.
7 – Abandonei o curso de Engenharia da Computação na Unicamp porque não queria ficar longe da Luciana. Em seguida, abandonei o curso de Ciência da Computação, na UFF, para me dedicar ao meu primeiro emprego, de vendedor numa pequena rede de escolas de inglês.
8 – Nunca tive um salário fixo, vale refeição, vale transporte e férias de 30 dias.
9 – Na escola, não copiava matérias durante a aula por considerar ser um desperdício de tempo e de foco, já que todo o conteúdo já estava no livro. Acabei me acostumando a fazer diferente de todos e, por isso, ser olhado com desprezo, mas, no entanto, acabar surpreendendo por apresentar um dos melhores resultados.
10 – Abri uma escola de inglês sem saber falar inglês. Comecei a aprender o idioma quando a rede já tinha mais de 100 escolas, 3.500 funcionários e ter matriculado mais de 200 mil alunos. Mais adiante, esta rede se tornou líder no setor de ensino de inglês para adultos, quebrando paradigmas sobre a forma de se ensinar inglês no Brasil. No início de 2013, esta rede foi comprada por um grande grupo brasileiro, numa das maiores transações do setor de educação.
11 – Nos últimos anos, morei no Brasil, Venezuela, Austrália, EUA, Espanha, Inglaterra e Portugal. Em média, não passei mais do que dois anos morando numa mesma casa. Amo essa dinâmica.
12 – Gosto de vender. Acho muito chato comprar. Não me sinto atraído pelas vitrines de um shopping center.
13 – Estudei em escolas públicas em 99% de de minha trajetória educacional.
14 – Logo no início de tudo, pensei em desistir. Tudo parecia difícil e intransponível. Muitos tentaram me convencer a arrumar um “emprego decente”. Se isso se concretizasse, não estaria aqui escrevendo para vocês hoje.
15 – Fiz o primeiro milhão com 23 anos de idade.
16 – Meu maior medo, diante de tantas transformações que tive e ainda terei em minha vida, é de um dia perder a minha própria essência.
17 – Sempre me senti muito prestigiado por meus pais, irmãos, tios e amigos.
18 – Minha avó criou seus três filhos lavando roupas. Ela foi uma grande empreendedora e é uma das pessoas mais sorridentes que eu conheço.
19 – Eu escrevo pessoalmente 100% dos textos do Geração de Valor. Como minha rotina é muito corrida, faço isso entre as reuniões diárias e durante minhas várias viagens internacionais que faço todos os meses.
20 – Sou a favor da liberdade, da iniciativa e do empreendedorismo. Sou contra as interferências governamentais presentes em ditaduras vividas em Cuba, Venezuela, Coréia do Norte e China, das quais o atual governo brasileiro é simpatizante.
21 – Tenho uma experiência de fé em Deus muito particular. Não estou aqui por acaso e minha prioridade é cumprir minha missão neste planeta.
22 – No início de minha carreira, meu diretor escolhia os melhores para sua equipe direta e eu ficava sempre com os “piores”. Como sou competitivo, me acostumei a transformar os piores nos melhores. Gosto de liderar os rejeitados e transformá-los em desejados.
23 – Invisto meu tempo no GV porque acredito que as pessoas têm o poder de transformar suas vidas através da transformação de sua mente. Não me refiro a acumular informações acadêmicas, mas sim numa mudança profunda de sua forma de pensar.
24 – Nasci sem dinheiro e aprendi a produzi-lo. Na realidade, desde quando era considerado socialmente pobre, eu já era rico, mas somente nos últimos 18 anos ganhei dinheiro. Posso afirmar que dinheiro é muito bom, mas infeliz e iludido é quem pensa que ele será capaz de comprar a saída de sua depressão ou de suprir sua falta de significado.
25 – Ainda não iniciei a grande obra de minha vida, através da qual serei lembrado com saudades depois que morrer.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Carolina Kostner: "A Ave-Maria é um agradecimento por tudo o que eu aprendi"







A patinadora olímpica italiana Carolina Kostner, campeã nos Jogos de Inverno de 2014, declara: "A Ave-Maria, para mim, é uma oração para agradecer por tudo que eu fiz e aprendi na patinação''. Suas palavras doces foram pronunciadas durante a coletiva de imprensa no Iceberg Ice Palace, logo após a semi-final da sua especialidade.
 “Eu pensei que era hora de me aposentar”




“Depois dos Jogos Olímpicos de Vancouver, em 2010, eu pensei que tinha que parar, que era hora de me aposentar. Decidi continuar na carreira porque eu amo a patinação. São os momentos difíceis que fazem você entender o que você realmente quer. Eu estou muito honrada e muito feliz por estar de volta às Olimpíadas pela terceira vez”. 


No auge


Muitos dizem que a atleta do norte da Itália, aos 27 anos, esteve em seu auge durante os Jogos de Inverno deste ano. E Sochi confirmou a forma extraordinária da campeã. Ao som da Ave Maria de Schubert, Carolina Kostner encantou o público fazendo uma apresentação praticamente perfeita. Impecável nos saltos, ela saiu do gelo submersa em aplausos. Logo em seguida, a belíssima surpresa no telão do estádio de Sochi: 74,12. Nada menos que a melhor pontuação de toda a sua carreira.






Fonte: Aleteia

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

A oração que o Papa Francisco fez diante da imagem de Nossa Senhora Aparecida


Mãe Aparecida, como Vós um dia,
assim me sinto hoje diante
do vosso e meu Deus,
que nos propõe para a vida uma missão
cujos contornos e limites desconhecemos,
cujas exigências apenas vislumbramos.
Mas, em vossa fé de que
“para Deus nada é impossível”,
Vós, ó Mãe, não hesitastes,
e eu não posso hesitar.
 
Assim, ó Mãe, como Vós,
eu abraço minha missão.
Em vossas mãos coloco minha vida
e vamos Vós-Mãe e Eu-Filho
caminhar juntos, crer juntos, lutar juntos,
vencer juntos como sempre juntos
caminhastes vosso Filho e Vós.
 
Mãe Aparecida,
um dia levastes vosso Filho
ao templo para O consagrar ao Pai,
para que fosse inteira disponibilidade
para a missão.
Levai-me hoje ao mesmo Pai,
consagrai-me a Ele com tudo
o que sou e com tudo o que tenho.

Mãe Aparecida,
ponho em vossas mãos,
e levai até o Pai a nossa e a vossa juventude,
a Jornada Mundial da Juventude:
quanta força, quanta vida,
quanto dinamismo brotando e explodindo
e que pode estar a serviço da vida,
da humanidade.

Finalmente, ó Mãe, vos pedimos:
permanecei aqui,
sempre acolhendo vossos filhos
e filhas peregrinos,
mas também ide conosco,
estai sempre ao nosso lado
e acompanhai na missão
a grande família dos devotos,
principalmente quando
a cruz mais nos pesar,
sustentai nossa esperança e nossa fé.

(Aparecida, 24 jul 2013)

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Reflexão do dia!

A maior prisão que podemos ter na vida é aquela quando a gente descobre que estamos sendo não aquilo que somos, mas o que o outro gostaria que fôssemos. 
Geralmente quando a gente começa a viver muito em torno do que o outro gostaria que a gente fosse, é que a gente tá muito mais preocupado com o que o outro acha sobre nós, do que necessariamente nós sabemos sobre nós mesmos.
O que me seduz em Jesus é quando eu descubro que nEle havia uma capacidade imensa de olhar dentro dos olhos e fazer que aquele que era olhado reconhecer-se plenamente e olhar-se com sinceridade.
Durante muito tempo eu fiquei preocupado com o que os outros achavam ao meu respeito. Mas hoje, o que os outros acham de mim muito pouco me importa [a não ser que sejam pessoas que me amam], porque a minha salvação não depende do que os outros acham de mim, mas do que Deus sabe ao meu respeito.

Padre Fábio de Melo

sábado, 18 de janeiro de 2014

Chocolate é bom para a pele e o coração! Dra. Ligia Kogos explica

Depois de vários mitos sobre os benefícios e malefícios do chocolate, foi descoberto recentemente que consumir esse alimento, além de não causar espinhas, ajuda a tratar a pele dos danos causados pelo sol. A informação é revelada pela dermatologista Ligia Kogos. Ela conta que por conter substâncias antioxidantes, o chocolate ajuda a combater os radicais livres e, por consequência, os danos causados por eles na pele, como a descamação pós-sol e o envelhecimento.

Quanto mais amargo melhor!
A dermatologista explica que consumir chocolate ajuda a prevenir e tratar os danos causados pela exposição solar. "A agressão do sol gera os famigerados radicais livres na nossa pele, que dão vários efeitos indesejados, como aquele descascado que aparece depois da vermelhidão. Por ter propriedades antioxidantes, a ingestão do chocolate evita o aparecimento dessas moléculas", detalha.
Porém, antes de se jogar no chocolate ao leite, Ligia destaca que os amargos são melhores para tratar a pele. Quanto mais leite e manteiga em sua fórmula, mais diluídos serão os benefícios que atuam nas propriedades estéticas e psicológicas do chocolate. A produção de hormônios como a endorfina, por exemplo, o famoso 'hormônio da felicidade', também será mais eficaz a partir do consumo dos chocolates amargos. Ou seja, "quanto mais amargo melhor", brinca a dermatologista. 
Direto na pele
De acordo com a dermatologista, os cremes à base de cacau e chocolate também ajudam a proteger do Sol. Entretanto, por ser bastante oleoso, os produtos com a fruta ou o doce são indicados para as mulheres com pele seca. "Quem tiver pele mais oleosa é melhor evitá-los, para não provocar o aparecimento de espinhas", recomentda Ligia Kogos. 
Beatriz Coppi

Sinte confirma greve dos professores da rede estadual para o dia 22 deste mês


A antecipação da volta às aulas no calendário letivo 2014, planejada para todo o Brasil, pode não acontecer na rede estadual de ensino do Rio Grande do Norte. Isso porque devido ao não atendimento às pautas de reivindicação do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do RN (Sinte/RN), os docentes mantêm indicativo de greve para o próximo dia 22.
O Sinte vem negociando com o Governo do Estado desde setembro do ano passado, quando foi firmado acordo que previa o atendimento a pautas como revisão do Plano de Carreira do Magistério, redimensionamento do porte das escolas e gratificação dos diretores, complementação na base salarial dos funcionários da educação e convocação dos concursados. 
"O indicativo de greve continua de pé. Fizemos assembleia dia 11 deste mês, enviamos ofício ao Governo do Estado comunicando a decisão e até agora não obtivemos nenhuma resposta do Governo, nem se marcou data para nos receber", disse o coordenador-geral do Sinte, Rômulo Arnald. 
A secretária de Estado da Educação e da Cultura, Betânia Ramalho, disse que só poderá responder aos trabalhadores da educação após o estudo dos impactos no Orçamento do Governo gerados pelo atendimento às pautas do Sinte. 
"Para responder, nós precisamos de informações concretas. Já recompomos direitos represados desde 2006, como aposentadorias e promoções horizontais. Agora precisamos esperar o resultado do estudo de impacto, mas pelo menos o reajuste do piso e o 1/3 de férias estão garantidos", afirmou a secretária Betânia Ramalho.
O Governo do Estado e o Sinte têm apenas uma semana para fazer o acordo que pode evitar a greve, até então confirmada para o dia 22 deste mês. O Sindicato espera apenas que a lei seja cumprida e que não está disposto a abrir mão das pautas, que já seriam recorrentes, enquanto o Governo pede paciência para que se possa analisar a situação.


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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Vídeo da Semana!


CANÇÃO DO CÉU - ANDERSON FREIRE

Existe uma canção em cada um de nós
Foi Deus quem escreveu
Pra ele mesmo ouvir
O inimigo quer tirar ela de mim,
Mas serei fiel até o fim...

Integrante sou do coral celestial
O meu maestro disse que eu sou especial
Não vivo mais eu,quem vive em mim é ele
Estou ensaiando pra cantar no
Céu pra ele...

No coral eu quero cantar
Declarar que ele é Santo, Santo
Infinitamente adorar dizendo
Que Jesus é Santo, Santo
A composição do céu
Vai cantar quem for fiel
O hino da vitória
Será o meu troféu...

No coral eu quero cantar
Vou erguer o meu troféu

Adorado, exaltado, poderoso,
Magnificado, Jesus Cristo, glorioso
No grande dia esperado vou louvar
Santo é o Senhor...

Fé na palavra do Senhor!


Muitas vezes passamos por situações que abalam nossa vida, ficamos abatidos, nos sentimos fracos. Isso acontece porque somos carne, somos humanos, sentimos fraquezas... Mas neste momento podemos fazer menção do Salmos 46:1 “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia”. É neste momento de reflexão que nós recebemos um alento para nossa alma, um refrigério, e começamos então a clamar a Ele por socorro. No versículo 10 deste mesmo salmos nós temos a resposta de Deus nos dizendo: “Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus” (Aleluia). Quando nós clamamos, Deus responde... Às vezes não da maneira como gostaríamos, mas da maneira que Ele achar melhor. Deus sabe o que é melhor para nós, e a vontade dEle em nossas vidas é que nos leva ao lugar da vitória. Meus amados, Deus trabalha de forma que não podemos compreender, até porque se compreendermos a Deus, Ele não seria Deus. Ele está mandando MARCHAR onde você não está vendo caminho. Vocês se lembram do episódio do povo de Israel? Lá em Êxodo 14:13-15? Depois de Moisés ter dado uma mensagem de ânimo para o povo dizendo que Deus iria dar vitória e, que o Senhor pelejaria por eles, mesmo assim a fé deles estava abalada. Eles queriam parar, pensavam que ali seria o fim. Então Moisés clama ao Senhor, e Ele responde: “Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que MARCHEM”. 


Eu não sei qual o deserto que você está atravessando, não sei qual o mar que está a sua frente, nem as montanhas que te cercam e, nem os inimigos que te perseguem, mas uma coisa eu sei, a mensagem de Deus para tua vida é essa: MARCHE!!! Não pare, porque o vento de Deus vai abrir o mar e você ira passar com os pés enxutos e chegará ao lugar da tua vitória dizendo: “Só o Senhor é Deus”. 

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

06 DE JANEIRO - DIA DE REIS

Dia de ReisO Dia de Reis é comemorado no dia 6 de janeiro pois foi o dia em que o menino Jesus recebeu a visita dos Três Reis Magos, que lhe trouxeram muitos presentes.
A data celebra a vinda de Belchior, Gaspar e Baltazar. Nesta dia as pessoas retiram todos os enfeites natalinos das casas e desmontam seus presépios e árvores de Natal.
Em alguns países como Espanha e Portugal, as crianças deixam sapatos na janela com capim antes de dormir para que os camelos dos Reis Magos possam se alimentar e retomar a viagem. Em troca, os Reis Magos deixam doces que as crianças encontram no lugar do capim quando acordam.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Papa Francisco deixa recado na secretária eletrônica de um convento

“O que será que as irmãs estão fazendo, que não podem atender? Aqui quem fala é o Papa Francisco. Eu queria cumprimentá-las neste final do ano. Mas à tarde eu posso voltar a ligar. Que Deus as abençoe.”

Este foi o recado que as Carmelitas Descalças de Lucena (uma cidadezinha da Espanha, de cerca de 40 mil habitantes) encontraram na secretária eletrônica do convento, no dia 31 de dezembro. Para ouvir a mensagem, clique aqui. 
Algumas horas mais tarde, o Papa falou com elas durante 20 minutos. Ele conversou com Sor Adriana, a priora do convento. Abençoou as cinco irmãs (três das quais são argentinas), a quem conhece pessoalmente. Também abençoou o povo de Lucena.
Sor Adriana comentou à Rádio Cope que o Papa ligou várias vezes seguidas no dia 31 de dezembro, mas as freiras estavam rezando a essa hora (11h45). "Quando eu ouvi a gravação na secretária eletrônica, quase morri! Nossa amizade tem mais de 15 anos, mas jamais pensamos que o Papa se lembraria de nós", comentou.
Foram horas de incerteza e espera: "E agora, o que faremos?". "Liguei para o bispo, para o vigário, comentei o ocorrido. Por meio do núncio, me deram um número de telefone, mas não consegui falar com ele. Eu achava que o Papa estaria ocupadíssimo", contou Sor Adriana. 
Mas a espera valeu a pena: às 19h15, o telefone voltou a tocar. "Eu lhe pedi autorização para usar o viva-voz, para que todas escutassem. Ele nos disse que não podemos permitir que roubem a nossa esperança, porque a tristeza leva à preguiça espiritual, ao desespero. Recordou sua encíclica, na qual afirma que o maior alimento do demônio é a tristeza do ser humano", relatou a priora.
E o que o Papa Francisco queria com esta ligação? "Que todo mundo que se relaciona com este mosteiro recebesse sua saudação cordial e sua bênção", explicou a freira.


Fonte: Aleteia.

Visualize onde cada emoção atinge o corpo humano


Divulgação
     Ficar nervoso faz seu estômago revirar; ficar envergonhado faz suas bochechas ficarem vermelhas. Emoções claramente têm um efeito fisiológico direto em nossos corpos, e uma equipe de pesquisadores finlandeses analisou exatamente como isso acontece — e representou estes efeitos nesta visualização.
Para construir os mapas, os pesquisadores expuseram a 773 participantes diferentes palavras, histórias, filmes e expressões, e pediram para eles destacarem, numa silhueta humana, as áreas do corpo em que sentiram um aumento ou uma diminuição na atividade. O aumento está representado em vermelho e amarelo, enquanto a diminuição está exposta em um tom brilhante de azul.
      Os resultados, publicados na Proceedings of the National Academies of Sciences, devem ser familiares com muita coisa que você já experimentou ao longo da sua vida: a depressão está ligada a um amortecimento nos membros, enquanto a vergonha induz as bochechas a ficarem coradas. A tristeza chega a aumentar as atividades nos olhos, provavelmente representando as lágrimas dos participantes.
     Os autores admitem, por iniciativa própria, que os resultados podem ser influenciados por referências culturais e estereótipos sobre as emoções. Mesmo assim, as conclusões apontam que as respostas são claramente universais, independente da cultura; vale a pena notar que os participantes foram recrutados tanto na Finlândia quanto em Taiwan.
     De fato, os pesquisadores argumentam que tal universalidade é provavelmente consequência de uma base biológica e não cultural para nossa resposta às emoções. Mas, claro, saber de tudo isso não vai evitar que você fique corado na próxima vez que você sentir vergonha.

Fonte: Tecnologia.

MEC divulga resultado do Enem 2013





Os candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2013 já podem consultar o resultado do exame. O Ministério da Educação (MEC) divulgou no fim da noite desta sexta-feira as notas na internet . Para consultar o resultado, o estudante deve usar a senha do Enem e o número de inscrição ou o CPF. Quem perdeu a senha pode recuperá-la no próprio site. No ano passado, cerca de 5 milhões de estudantes fizeram o Enem.
Aqueles que têm dúvida sobre o gabarito, podem consultá-lo. No entanto, é preciso lembrar que no Enem, a correção é feita usando a metodologia da Teoria de Resposta ao Item (TRI), em que o valor de cada questão varia conforme o percentual de acertos e erros dos estudantes naquele item. Assim, um item em que grande número dos candidatos acertaram será considerado fácil e, por essa razão, valerá menos pontos. Já o estudante que acertar uma questão com alto índice de erros ganhará mais pontos por aquele item. Dessa forma, não é possível calcular a nota final apenas contabilizando o número de erros e acertos em cada uma das provas.
Para ajudar a entender o cálculo da nota, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibilizou uma ferramenta no site, onde é possível verificar, de acordo com a pontuação, as competências dominadas e as que se tem dificuldade.
Os candidatos ainda não têm acesso ao espelho da redação, onde serão disponibilizadas as notas individuais em cada uma das cinco competências exigidas no texto. O Inep ainda não tem previsão de data para a divulgação do espelho da redação. No ano passado, ele foi divulgado um mês após a nota da prova. A divulgação é apenas para fins pedagógicos. Nem a nota divulgada nesta sexta-feira, nem a correção da redação cabem recurso.
A nota do Enem pode ser usada para a participação em programas como o Sistema de Seleção de Unificada (Sisu) que seleciona estudantes para vagas no ensino superior público; o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas em instituições privadas; e o Sistema de Seleção Unificada do Ensino Técnico e Profissional (Sisutec), que seleciona estudantes para vagas gratuitas em cursos técnicos. Além disso é pré-requisito para firmar contratos pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e para a obtenção de bolsas de intercâmbio pelo Programa Ciência sem Fronteiras.
As vagas são ofertadas por meio de editais. O primeiro, do Sisu, já teve o cronograma divulgado. Na segunda-feira (6) serão abertas as inscrições, que vão até as 23 horas e 59 minutos do dia 10 de janeiro, no horário de Brasília. O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 13 de janeiro e o da segunda, no dia 27. No site do programa estão disponíveis as vagas ofertadas.
Durante todo o dia, os candidatos usaram o botão F5 - do teclado do computador - para atualizar a página do Enem na internet, já que o ministério informou que o resultado estaria disponível a partir desta sexta-feira, mas sem especificar o horário.
Nas redes sociais, os estudantes chegaram a brincar com a espera da divulgação do resultado. Um usuário do Twitter disse: "É hoje que o botão F5 quebra de tanto atualizar o site do Inep". Outro respondeu: "já quebrou". No microblog, o termo Enem está entre os dez tópicos mais publicados no Brasil. Uma usuária postou: "As notas do Enem ainda não foram divulgadas porque Deus está operando um milagre na minha". Outro disse: "Essa nota do Enem poderia sair logo! Isso tá virando tortura".


Agência Brasil

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

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